WITCHCRAFT: lançará em breve um novo EP de cinco faixas, intitulado “A Sinner’s Child”
Postado em 18/12/2025


Os pioneiros suecos do Doom Folk WITCHCRAFT lançarão um novo EP de cinco faixas, intitulado “A Sinner’s Child”, no dia 13 de março, pelo selo Heavy Psych Sounds Records. A faixa-título, de forte carga emocional, já está disponível para audição.

Após o expressivo reconhecimento da crítica com o álbum de retorno “IDAG”, lançado em 2025, a banda apresenta agora um novo capítulo de caráter mais intimista e impactante.

No novo trabalho, o fundador, vocalista e principal mentor criativo do grupo, Magnus Pelander, reduz o som à sua essência. O EP transita entre o Proto-Doom Melódico de faixas como “Drömmen Om Död Och Förruttnelse” e “Själen Reser Sig”, o Folk luminoso do single “A Sinner’s Child” e de sua continuação, “Sinner’s Clear Confusion”, além da atmosfera densa e acústica de “Even Darker Days”. O resultado é um conjunto de músicas marcadamente pessoais, conduzidas pela sensibilidade do multi-instrumentista.

“A Sinner’s Child” apresenta a composição de Pelander em sua forma mais vulnerável e intensa, funcionando como um elo direto com as melodias assombrosas e a profundidade emocional que definem o legado do WITCHCRAFT há mais de duas décadas. O EP reafirma a força atemporal da voz, da melodia e dos elementos mais crus do Rock, reduzidos ao essencial, além de atuar como um epílogo contundente para “IDAG”.

A trajetória do WITCHCRAFT teve início em 2000, quando Pelander formou a banda em Örebro após o fim de seu grupo anterior, Norrsken. O álbum de estreia homônimo, lançado em 2004, tornou-se um marco geracional e ajudou a impulsionar um movimento de resgate estético que viria a se consolidar como um subgênero próprio. Ainda assim, a banda nunca permaneceu estagnada.

Discos como “Firewood” (2005) e “The Alchemist” (2007) introduziram elementos mais progressivos, enquanto “Legend” (2012) evidenciou uma abordagem deliberadamente moderna, sinalizando que o grupo havia superado o culto ao analógico que ajudou a estabelecer no cenário contemporâneo do Doom e do Heavy Rock.

Em 2016, o álbum duplo “Nucleus” apresentou um Doom mais encorpado e denso. Já “Black Metal” (2020) rompeu expectativas ao mergulhar em um minimalismo acústico sombrio — familiar a alguns fãs do trabalho solo inicial de Pelander, mas inédito na discografia da banda. “IDAG”, por sua vez, consolidou esse percurso, unificando mais de vinte anos de experimentação e amadurecimento artístico.

 
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