Se as portas do necrotério foram abertas no mercado brasileiro, em muito se deve ao excelente trabalho do selo Rotten Foetus Records. Em atividade há alguns bons anos, a equipe foi responsável por espalhar a praga do Goregrind e de seus subgêneros pelos quatro cantos do país, lançando e distribuindo nomes que se encontram no mais profundo ponto que o underground consegue alcançar. E foi dentro de um verdadeiro processo que beira a arqueologia que tomamos conhecimento deste duo mexicano-espanhol, PUTREFUCK, que está por aí, desafiando os limites do que se convencionou chamar de música desde 2013. Ostentando uma extensa discografia, com diversos álbuns e numerosos splits ao lado de outras bandas sendo frequentemente disponibilizados, Shitter (guitarrista e vocalista) e Adrián Emocaust (baterista) chegam ao seu quinto álbum, “Putrefaction Is Perfection” (2025), trazendo consigo o que existe de mais repulsivo no gênero, visando arregimentar uma verdadeira legião de admiradores em terras tupiniquins. O terreno está pavimentado para que o futuro seja promissor…
The Ghost Writer Magazine: É impossível começar esta conversa sem agradecer a você, Shitter, pelo seu tempo e pela grande gentileza com que tratou toda a equipe da The Ghost Writer Magazine. Como você é mexicano, gostaríamos de saber se já teve a oportunidade de visitar o Brasil e como avalia a recepção positiva que a PUTREFUCK tem recebido por aqui.
Shitter: Antes de tudo, muito obrigado pelo seu tempo e pelo convite para esta entrevista. É uma honra. Não, infelizmente nunca tive a oportunidade de visitar o Brasil. No entanto, conheço bem a cena brasileira de Goregrind há muitos anos, graças às suas bandas e ao seu incrível legado musical. O Brasil sempre contou com uma cena muito sólida e respeitada, composta por bandas magníficas e pútridas. Para mim, é uma grande honra ver que a PUTREFUCK tem uma recepção tão boa em um país que conhece e compreende tão bem um gênero extremo como o Goregrind. O fato de nossa música se conectar com o público brasileiro significa muito para nós, e somos muito gratos pelo apoio e pelo interesse que a PUTREFUCK tem recebido aí.
The Ghost Writer Magazine: Conhecemos a PUTREFUCK por meio da Rotten Foetus Records, a gravadora responsável pelo lançamento do mais recente álbum completo da banda, “Putrefaction Is Perfection” (2025), no Brasil. Como começou o contato com a gravadora e como você avalia, até agora, a distribuição do material por toda a América do Sul?
Adrián: Conhecíamos o Diomar há muito tempo. Na verdade, ele havia lançado um split CD nosso com os franceses Disgorgement of Iintestinal Lymphatic Suppuration em 2016, por meio de seu outro selo, Cemitério Records. Então, quando começamos a gravar o álbum “Putrefaction Is Perfection”, decidimos entrar em contato com o Diomar diante da possibilidade de que ele fosse lançado pela Rotten Foetus. Cada vez que gravamos material novo, somos praticamente obrigados a procurar uma nova gravadora que nos apoie, já que, nesse nível de underground, não existem contratos escritos e tudo depende mais do trabalho e da confiança mútua. Pensamos que a Rotten Foetus era um selo adequado para lançar nosso novo trabalho porque é uma gravadora muito veterana e bastante especializada em Goregrind. Por isso, foi nossa primeira opção nesta nova fase da banda. E a verdade é que o Diomar demonstrou muito interesse desde o início em fazer essa edição, e acreditamos que ele fez um ótimo trabalho e nos apoiou muito, ajudando-nos a nos tornar mais conhecidos no Brasil e em outras partes da América do Sul, pelo que somos imensamente gratos.
The Ghost Writer Magazine: Como a PUTREFUCK é formada por você e pelo baterista espanhol Adrián Emocaust, gostaríamos de saber como vocês dois se conheceram e como funciona a logística para manter a banda ativa, apesar da grande distância geográfica envolvida.
Shitter: Adrián e eu nos conhecemos por pura casualidade, principalmente devido aos nossos gostos semelhantes dentro da cena Goregrind. Adrián havia lançado um disco compartilhado (split) de um dos meus projetos paralelos, Septic Autopsy, por meio de seu selo. A partir daí, começamos a conversar mais e percebemos que tínhamos gostos muito parecidos, especialmente nossa paixão pelo Goregrind da velha escola. Também descobrimos que ambos buscávamos a oportunidade de formar uma banda desse estilo, então logo começamos a colaborar e a trabalhar juntos em diversas ideias. A distância nunca foi um problema real. Hoje em dia, graças à internet, é muito fácil trocar arquivos e trabalhar à distância. Adrián tinha a possibilidade de gravar a bateria em casa, e eu também contava com tudo o que era necessário para gravar minhas partes em minha própria casa, de modo que o processo como um todo foi bastante fácil. No fim, o fato de estarmos em países diferentes não nos impediu de levar a banda adiante.
The Ghost Writer Magazine: O Goregrind tocado pela PUTREFUCK ainda pode ser considerado um estilo extremamente marginalizado, especialmente dentro do circuito underground brasileiro. Como você vê a posição atual do gênero no mercado musical underground? Você acredita que há espaço para um crescimento maior desse estilo nos próximos anos?
Shitter: Acho que o Goregrind é um gênero que sempre viveu nas sombras. Na realidade, não é um gênero que busque reconhecimento ou atenção massiva, como acontece com muitos outros estilos musicais. O Goregrind nasce de um amor genuíno, quase instintivo, pelo próprio gênero. Afinal de contas, tudo o que buscamos é a satisfação de expressar pura brutalidade sonora. Dito isso, acredito que o estilo cresceu nos últimos anos. A internet facilitou enormemente o surgimento de novas bandas, a conquista de público, o compartilhamento de música e a conexão com pessoas de todo o mundo. Sem dúvida, há mais visibilidade do que no passado. No entanto, acredito que o Goregrind cresceu mantendo-se dentro da cena underground. Realmente não chegamos ao ponto de realizar grandes shows ou festivais importantes dedicados exclusivamente ao Goregrind e a gêneros extremos semelhantes, como acontece com outros estilos de Metal. Acho que há espaço para continuar crescendo, mas, ao mesmo tempo, o Goregrind permaneceu no underground porque, simplesmente, não é um gênero fácil de assimilar para todo mundo. E, sinceramente, acho que isso faz parte de seu encanto. Ele não precisa necessariamente cruzar a linha entre o underground e o circuito comercial. Sua brutalidade, seu caráter sombrio e sua natureza intransigente são precisamente o que definem o Goregrind.
The Ghost Writer Magazine: Você é um músico muito ativo dentro da cena underground mexicana, participando de vários projetos ligados ao Metal Extremo. Quais projetos atualmente estão no topo de suas prioridades? Além disso, como você avalia a atual cena de Metal Extremo no México?
Shitter: Atualmente, estou envolvido em vários projetos, mas, é claro, a PUTREFUCK é uma das minhas principais prioridades. Dediquei muitos anos a esse projeto e, até hoje, ele continua sendo uma das coisas mais importantes para mim no âmbito musical. Além da PUTREFUCK, existem projetos como o Septic Autopsy — uma banda de um único integrante — e o Liquidised, outro projeto solo focado mais na vertente Gorenoise da música extrema. Na verdade, participo de muitos outros projetos, mas, se falarmos dos mais ativos e importantes no momento, diria que esses três lideram a lista. Quanto à cena de Goregrind e Metal Extremo no México, acredito que ela esteja muito bem. Há muitas bandas excelentes no país e surgem constantemente novos projetos e propostas que, sem dúvida, valem a pena ouvir. Ao mesmo tempo, já contamos com bandas que foram fundamentais para a cena mexicana e que transcenderam nossas fronteiras, deixando também sua marca na cena internacional do Metal Extremo. Considero que o Metal Extremo mexicano tem muito a oferecer, e é fantástico ver como tanto as bandas novas quanto as consagradas continuam mantendo a cena viva.
The Ghost Writer Magazine: Olá Adrián, como vai você? Gostaria de voltar ao álbum “Putrefaction Is Perfection”, encontramos participações especiais de músicos como Adam Rotella (Anal Birth, Fuckface McGillicuddy, Indigestible Guts), Ivan Loi (Cannibe, Congenital Interior Defects) e Bobby Maggard (Infester, Gangrene Discharge). O que você pode nos contar sobre essas contribuições? Como esses músicos se envolveram no álbum?
Adrián: Tudo ótimo! “Putrefaction Is Perfection” foi um passo importante na história da PUTREFUCK. Em primeiro lugar, porque marcou o retorno da banda depois de um pequeno período de inatividade e também porque, desde o início, tentamos cuidar um pouco mais da produção e do som do que em ocasiões anteriores. Então, queríamos que este álbum fosse algo especial em nossa discografia, e não apenas mais um álbum. Daí veio a ideia de fazer uma série de colaborações com amigos ou conhecidos que tivessem uma relação direta com o Goregrind ou o Gorenoise. Assim, recorremos a pessoas que, além de serem amigos ou terem tido contato ao longo dos anos, também tivessem uma relação direta com o meio em que atuamos. E quem melhor do que Adam, Ivan e Bobby para ocupar esses lugares? Eles aceitaram a ideia de muito bom grado, e estamos muito satisfeitos com o resultado. Acho que isso dá um toque de distinção ao CD. E isso não passou despercebido para quem nos acompanha e até para alguns meios de comunicação que repercutiram o lançamento. É um detalhe que costumam destacar. Não me resta mais do que agradecer de coração a Adam, Ivan e Bobby por sua genial contribuição para “Putrefaction Is Perfection”.
The Ghost Writer Magazine: O material foi inteiramente gravado no Neburzone Studios, com a própria banda cuidando da produção. Por que vocês decidiram não trabalhar com um produtor externo desta vez?
Adrián: Na realidade, todas as gravações da PUTREFUCK são feitas por nós mesmos em casa, utilizando os recursos que temos à disposição. Mas, na hora de mixar e masterizar, recorremos a outra pessoa mais experiente para fazer esse trabalho. Nesta ocasião, enviamos o material gravado ao Rubén, do Neburzone Studios. Ele é um amigo que tem muita experiência com bandas extremas e é muito profissional. Além disso, fez parte de várias bandas de Noisecore nos anos 1990 e conhece muito bem essa vertente do Grindcore, então não foi muito difícil transmitir a ele o som que buscávamos para este último álbum. Na verdade, considero que o som é um dos pontos fortes de “Putrefaction Is Perfection”, porque soa mais profissional do que outras gravações nossas, mas consegue manter aquele ambiente de densidade, putrefação e sujeira que sempre buscamos para a PUTREFUCK.
The Ghost Writer Magazine: O som da PUTREFUCK tem raízes fortes em nomes clássicos como os primeiros trabalhos do Carcass, Regurgitate e Impetigo. Essa interpretação faz sentido para você? Quais foram as principais influências do projeto antes de a banda desenvolver sua própria identidade sonora?
Adrián: O ponto de partida e, digamos assim, o que deu origem à PUTREFUCK foi a demo do Xysma, “Swarming of the Maggots”. É claro que os primeiros trabalhos de Carcass, Regurgitate, Rotting Flesh, Last Days of Humanity e Dead Infection foram fundamentais para construir o som da PUTREFUCK. Em suma, nossa intenção desde o primeiro momento foi tentar reproduzir o som mais primitivo e clássico do Goregrind, o dos primórdios, quando o efeito de “choque” e contundência era mais importante do que a técnica em si. Não gostaria de deixar passar a oportunidade de mencionar bandas brasileiras de Goregrind que adoramos e que, em certa medida, também foram fonte de influência para a PUTREFUCK. Bandas como Sarcastic, Gore, Vômito, Lymphatic Phlegm e os já mencionados Rotting Flesh.
The Ghost Writer Magazine: Os vocais extremamente guturais são bastante marcantes e tornam a música da PUTREFUCK ainda mais perturbadora. Como você explicaria a intenção por trás dessa abordagem vocal para alguém que não conhece o estilo? Além disso, como foi o processo de desenvolvimento dessa técnica para utilizá-la nas composições do álbum?
Shitter: Sim, é precisamente isso que tento transmitir com os vocais: uma atmosfera de putrefação e decomposição. Quero transmitir horror e repulsa, algo que se assemelhe ao som de um cadáver se decompondo, quando todos os fluidos post mortem estão fazendo seu trabalho. Por isso, utilizo vocais tão pútridos. Para mim, a voz é outra forma de criar essa sensação de decadência e repugnância que constitui a essência da PUTREFUCK. Quanto ao desenvolvimento da técnica, foi principalmente um processo de tentativa e erro, embora, na realidade, tenha surgido de maneira bastante natural. Eu buscava algo diferente e mais orgânico do que o simples uso de distorção ou efeitos na voz. Queria que os próprios vocais soassem repugnantes e podres, em vez de depender totalmente dos efeitos. Fui influenciado por bandas como Xysma, Rgurgitate e Carcass, entre outros grandes nomes do gênero. No entanto, eu queria desenvolver meu próprio som. Essas bandas foram uma grande influência e um ponto de partida, mas minha intenção sempre foi pegar essas influências e criar algo próprio, algo que pudesse trazer um caráter diferente à música.
The Ghost Writer Magazine: As letras da PUTREFUCK giram em torno de gore, perversões, necrofilia e referências ao cinema de terror. Quais escritores, cineastas e obras costumam exercer a maior influência sobre vocês ao compor material novo para o projeto?
Shitter: Na realidade, na maior parte do tempo, a PUTREFUCK não utiliza letras. Os vocais se concentram mais em criar sons nauseantes e construir uma atmosfera de putrefação auditiva. No Goregrind, as letras geralmente não são o elemento principal, embora, é claro, existam exceções. Muitas vezes, a própria voz funciona mais como outro instrumento para criar uma atmosfera repugnante e inquietante. Adotamos, sim, uma abordagem diferente em um de nossos álbuns, no qual incluímos letras em todas as músicas. A maioria dessas letras era fortemente influenciada por filmes do gênero Mondo, mas tanto Adrián quanto eu também somos grandes fãs de terror, do cinema de Categoria III, de documentários de impacto e de outras formas de mídia visual extrema e inquietante. A PUTREFUCK sempre esteve muito ligada ao cinema, pois vemos muitas semelhanças entre ambas as manifestações artísticas. No nosso caso, o visual costuma se tornar o ponto de partida do auditivo. Uma imagem inquietante, uma cena cinematográfica ou uma atmosfera específica podem nos inspirar a traduzir essa sensação em som. Assim, mais do que seguir escritores ou cineastas específicos em busca de inspiração lírica, somos muito mais influenciados pelo mundo do cinema extremo e pelo imaginário que o cerca. Tentamos pegar essas sensações visuais de terror, repugnância, violência e decomposição e transformá-las em algo puramente auditivo por meio da PUTREFUCK.
The Ghost Writer Magazine: Mikel Balerdi foi responsável pela arte de “Putrefaction Is Perfection”. Por que vocês o escolheram para o trabalho e como o estilo artístico dele se conectou com a direção musical da PUTREFUCK?
Adrián: Eu conhecia Mikel Balerdi por suas obras de cinema extremo, mas só quando nos encontramos nas redes sociais, no início de 2025, descobri as múltiplas facetas e projetos artísticos nos quais ele estava envolvido. Ele me mostrou parte de suas criações e composições, ou colagens, que poderiam muito bem servir como capas aterrorizantes de um álbum. A morte e a putrefação eram mostradas de forma explícita e combinavam muito bem com o estilo e a temática que queríamos levar para o CD. Então, conversei com ele e propus a ideia de usar uma de suas criações como capa de “Putrefaction Is Perfection”, ao que ele concordou, inclusive cedendo seu trabalho gratuitamente. Foi um prazer poder trabalhar com Mikel, que, além de ser um grande artista, é uma pessoa excelente, e acho que sua obra representa perfeitamente todo o imaginário decadente e grotesco que envolve a PUTREFUCK.
The Ghost Writer Magazine: Este ano, a banda lançou mais um split, desta vez ao lado dos neozelandeses do Disgurgitate. Como é a relação de vocês com eles e o que motivou essa união para o lançamento?
Adrián: Bem, o contato com a Disgurgitate e a edição do split aconteceram de forma muito simples. A Disgurgitate entrou em contato comigo por meio do Instagram, propondo um split de curta duração, que seria lançado digitalmente. Naquele momento, tínhamos uma gravação inédita e selecionamos várias das faixas para compor nossa parte do material. Foi assim que aconteceu. Depois, cada banda colocou o split em sua página do Bandcamp.
The Ghost Writer Magazine: Continuando a falar sobre splits, uma simples olhada na discografia da PUTREFUCK deixa claro que vocês têm uma forte ligação com esse formato. Por que vocês preferem splits em vez de, por exemplo, álbuns completos compostos inteiramente por material novo?
Shitter: Tudo surgiu de forma muito natural desde que formamos a banda. As colaborações sempre foram uma parte essencial da PUTREFUCK, e os splits também são uma tradição muito comum nesse gênero. Nunca nos fechamos a essa possibilidade; sempre que encontramos bandas que compartilham uma visão ou uma abordagem semelhante à nossa, gostamos da ideia de fazer um split juntos. Por outro lado, também tentamos trabalhar em algo mais completo quando acumulamos certo número de splits. Assim, de certa forma, os splits e os álbuns completos se complementam. Depois de realizar várias colaborações, sentimos que é hora de concentrar nossa energia em um lançamento mais extenso com material novo. É por isso que os álbuns completos também foram uma parte fundamental da discografia da PUTREFUCK. Gostamos muito dos dois formatos: os splits nos permitem nos conectar e colaborar com outras bandas da cena underground, enquanto os álbuns completos nos dão a oportunidade de desenvolver nossas próprias ideias com maior profundidade.
The Ghost Writer Magazine: Shitter e Adrián, é muito gratificante testemunhar o crescimento do Goregrind no Brasil, e a PUTREFUCK certamente desempenha um papel importante nesse processo. Esperamos vê-los em breve apresentando as músicas de “Putrefaction Is Perfection” para a legião de maníacos que apoia a banda aqui no Brasil. Também gostaríamos de agradecer mais uma vez pelo profissionalismo e pela seriedade com que você lida com tudo relacionado à PUTREFUCK, em nome de toda a equipe da The Ghost Writer Magazine. Para concluir, deixamos este espaço aberto para suas considerações finais.
Shitter: Em primeiro lugar, gostaria de agradecer sinceramente à The Ghost Writer Magazine por nos proporcionar esta oportunidade e por dedicar tempo para conversar conosco sobre a PUTREFUCK. Foi um grande prazer participar desta entrevista. Também quero enviar um enorme agradecimento a todos no Brasil que ouvem e apoiam a PUTREFUCK. Significa muito para nós saber que nossa música chegou tão longe e que há fãs por aí que se conectam com o que fazemos. Um agradecimento especial também a todos que compram nossos discos, splits e lançamentos, ou que simplesmente apoiam a banda de qualquer maneira. Na cena underground, cada pessoa que apoia uma banda faz a diferença, e realmente valorizamos isso. Um grande abraço a toda a cena brasileira de Metal Extremo e Goregrind. Temos enorme respeito pelo que foi criado por aí. Continuem apoiando a música underground!
Adrián: Muito obrigado pela entrevista, amigo! E pelo seu interesse na PUTREFUCK. Um grande abraço a todos os fãs e amigos do Brasil que tive a sorte de conhecer nestes últimos anos! Stay Rotten!
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