A banda mineira OVERDOSE, atualmente formada por Victor Santos (vocal), Cláudio David e Diego Quites (guitarras), Filipe Duarte (baixo) e Tiago Vitek (bateria), apresenta seu novo single, “Cybernetic Algorithms”. A faixa chega acompanhada de uma arte de capa assinada por Fernando Lima e aborda a relação conflituosa entre o ser humano e a tecnologia em um cenário cada vez mais digitalizado. A composição retrata um indivíduo marcado por frustração, isolamento e um profundo sentimento de insignificância diante de sistemas automatizados que influenciam comportamentos e emoções.
De acordo com Cláudio David, responsável pela composição e letra, a música propõe uma reflexão direta sobre o impacto da tecnologia na identidade humana. “A letra de ‘Cybernetic Algorithms’ fala sobre como o ser humano vem perdendo valor e identidade diante de sistemas automatizados que moldam pensamentos e emoções, reduzindo tudo a algoritmos”, explicou o músico.
No aspecto musical, o OVERDOSE explora uma fusão de influências dentro do Metal. A faixa incorpora elementos rítmicos inspirados em escola de samba, além de referências à música erudita e ao Industrial, sem abrir mão do peso característico do Thrash Metal e do Groove Metal que marcam a trajetória da banda. “Buscamos misturar diferentes linguagens, incluindo elementos da música brasileira e erudita, mas sem perder nossa essência pesada”, acrescentou Cláudio David.
Além do lançamento, o OVERDOSE está confirmado como uma das atrações do Bangers Open Air 2026, com apresentação marcada para o sábado, dia 25 de abril. O show representa o retorno do grupo mineiro aos grandes festivais e também à capital paulista. “Estamos com uma expectativa muito grande para esse momento. Preparamos um repertório que contempla fãs antigos e novos, reunindo clássicos e músicas recentes”, destacou o guitarrista.
O setlist deve incluir faixas como “Anjos do Apocalipse”, “Progress of Decadence” e “Zombie Factory”, além dos singles mais recentes, como “Século XXI” e “João Sem Terra”. A banda também prepara o resgate de “Violence”, que não é executada ao vivo há cerca de 20 anos. “Trouxemos ‘Violence’ especialmente para o festival, pois é uma música que não tocamos há duas décadas e que tem um peso histórico muito importante para nós”, concluiu.
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