MALEFIC THRONE: confirmado álbum de estreia do supergrupo de Death Metal
Postado em 23/10/2025


O guitarrista Gene Palubicki (Angelcorpse, Perdition Temple), o vocalista e baixista Steve Tucker (Morbid Angel) e o baterista John Longstreth (Origin, Hate Eternal, ex-Angelcorpse) finalizaram as gravações de seu álbum de estreia como MALEFIC THRONE. Intitulado “The Conquering Darkness”, o trabalho tem lançamento previsto para 28 de novembro pela Agonia Records.

O trio foi formado por Palubicki em 2020, após se conhecerem inicialmente em 1997, quando o Angelcorpse e o Morbid Angel gravavam seus próprios álbuns lado a lado.

“As raízes desta banda remontam a meados dos anos 90, quando Gene, Steve e eu nos conhecemos nos estúdios Morrisound, comenta Longstreth. “É uma sensação incrível ver aquelas antigas conversas e encontros se transformarem em uma verdadeira celebração do Death Metal infernal e alucinante. Não tenho dúvidas de que esta união será absolutamente arrasadora.”

Palubicki ressalta que a música produzida pelo MALEFIC THRONE tem a marca dos três membros muito presente em cada momento das músicas. A síntese dos três membros por meio da entrega e da composição é o que torna a banda uma entidade única, com uma dinâmica crescente na forma de Death Metal que eles geram.

“The Conquering Darkness” foi gravado, mixado e masterizado no Menegroth the Thousand Caves (Gorguts, Origin, Atheist) com Colin Marston. Longstreth sugere que o resultado será um Death Metal nuclear extremamente brutal e infernal. A arte da capa foi pintada pelo renomado artista Daniele Valeriani (Dark Funeral, Mayhem). Christophe Szpajdel (Emperor, Moonspell) criou o logotipo da banda.

Tracklist:

01. Blasphémait Desecration
02. The Voice of My Ghost
03. Athirst For Dissonance
04. Born of Plague
05. Divine Tragedy
06. Carnage of the Forgotten
07. When Our Shadows Align
08. Forged in Stone

Em uma entrevista de 2022 para a Bardo Methodology, Gene declarou sobre a direção musical do MALEFIC THRONE: “Eu queria criar algo que não refletisse apenas minha própria formação, mas que também se inclinasse um pouco para as histórias dos outros membros. Agora, isso não quer dizer que eu estava tentando fazer soar como uma das minhas bandas combinada com Morbid Angel e Origin. No entanto, eu estava ciente da ideia de que o MALEFIC THRONE deveria incorporar elementos que — pelo menos na minha interpretação — poderiam ter sido mais relevantes para seus projetos anteriores do que algo que eu já fiz com qualquer uma das minhas bandas. Então, embora o MALEFIC THRONE tenha um elemento claro do que poderia ser identificado como ‘meu som’ ou algo assim, eu faço coisas dentro da composição e arranjo de riffs que podem não estar totalmente alinhadas com, digamos, Perdition Temple. Basicamente, tento criar uma estrutura para a música e todo o fluxo de estruturas que se integrem mais organicamente com as origens dos outros membros, se isso fizer sentido.”

 
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