FALCHI: confira o primeiro single do projeto da ex-guitarrista da Crypta
Postado em 02/01/2026


Desde a criação da banda FALCHI, a guitarrista brasileira Jéssica Falchi vem demonstrando versatilidade e inventividade ao transitar por diferentes abordagens sonoras, do groove ao progressivo. No terceiro single, “Sweetchasm, Pt. 2”, a artista incorpora referências do Thrash Metal, mantendo a estética atual que caracteriza suas criações.

Disponível nas plataformas digitais, o lançamento também ganhou videoclipe, gravado no Sonastério, com exibição no canal oficial de Jéssica Falchi no YouTube, que já ultrapassa a marca de 105 mil inscritos. A direção, captação e edição ficaram a cargo de Hideki Onuki (@eusouohideki).

“Sweetchasm, Pt. 2” integra uma sequência de quatro lançamentos previstos até o final de janeiro de 2026, quando será apresentado o EP de estreia, incluindo uma faixa com convidado do circuito internacional na segunda guitarra. Segundo a própria artista, a obra atual funciona como um desdobramento direto de uma criação inédita que será revelada no início de 2026.

“Enquanto eu e o João Pedro (baixo) estávamos compondo a ‘Sweetchasm’, o refrão foi pra um lado muito pesado que depois achamos que ficou muito deslocado do restante da música, mas ao invés de ‘jogar fora’, acabamos guardando”.

Assim como as demais faixas assinadas pela FALCHI, “Sweetchasm, Pt. 2” foi registrada no estúdio de Jean Patton (ex-Project46). Trata-se do momento mais intenso dessa nova fase da guitarrista, marcado por riffs precisos e por uma assinatura que consolidou seu nome fora do país como referência no instrumento.

As artes visuais do lançamento são de Lauren Zatsvar. “Cada animal foi escolhido de acordo com a sonoridade que fazia mais sentido para a música na minha cabeça”, explica Jéssica.

Além das novidades fonográficas, 2026 marca o retorno da FALCHI ao palco. No dia 21 de março, o conjunto será responsável pela abertura da apresentação dos suecos do Katatonia, em São Paulo/SP, no Cine Joia.

FALCHI é um projeto instrumental que reúne, além de Jéssica, João Pedro Castro no baixo e Luigi Paraventi na bateria. Sobre as escolhas, a guitarrista comenta:

“João Pedro é uma das pessoas mais próximas e confiáveis que tenho por perto, fora que é extremamente competente. Temos um gosto musical muito parecido, o que encaixou perfeitamente no perfil do projeto. As linhas de baixo ficaram precisas, expressivas e com o protagonismo que eu gostaria que tivesse.”

“Na bateria, chamei o Luigi Paraventi, que trouxe ideias impecáveis e uma dinâmica rítmica incrível, incorporando elementos brasileiros com naturalidade. Ele conseguiu mesclar técnicas distintas e alcançar a textura exata que as músicas precisavam.”

Ela também destaca a atuação de Jean Patton na produção. “O Jean produziu o trabalho e foi a primeira vez dele nesse papel, o que deu um significado ainda mais especial. Ele me encorajou em cada etapa e ajudou a transformar ideias em algo concreto.”

Em janeiro de 2026, Jéssica Falchi apresentará a última música da sequência e completará o EP de estreia. Cada faixa desse primeiro registro do trio evidencia técnica e sensibilidade, características que projetaram a guitarrista no cenário global. “Cada música traz uma abordagem diferente e eu as vejo como distintas entre si, mas partindo do Rock/Metal e buscando incluir referências nacionais”, revela.

O EP, composto por quatro faixas, chega ao público em 23 de janeiro de 2026, data em que Jéssica Falchi estará presente na NAMM Show, em Los Angeles, um dos principais eventos da indústria musical.

Guitarrista e compositora, Jéssica Falchi começou a tocar ainda na infância, inspirada por nomes que moldaram a linguagem da guitarra instrumental, como Joe Satriani, Steve Morse, Frank Gambale e Steve Vai. Com o passar do tempo, o Metal entrou em sua vida e transformou sua forma de tocar e sentir a música. Do Thrash ao Progressivo, ela encontrou no instrumento uma maneira de expressar o que as palavras não alcançam.

Após anos atuando em bandas cover e construindo uma presença marcante nas redes, incluindo vídeos que chamaram a atenção do próprio Metallica, Falchi ampliou sua trajetória tocando com Aquiles Priester e gravando com Elana Dara.

Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, a guitarrista foi anunciada como integrante fixa da Crypta, banda brasileira de Death Metal com a qual excursionou pelo mundo: tocou nas Américas, Europa e Ásia, consolidando-se como uma das guitarristas mais reconhecidas do cenário Metal contemporâneo.

Agora, Jéssica inicia um novo capítulo: sua carreira solo, marcada pela liberdade criativa e pela busca por uma sonoridade pessoal. Suas composições exploram o diálogo entre técnica e emoção, transitando por universos que vão do Rock e do Metal ao Instrumental Moderno, com influências de nomes como Intervals e Kiko Loureiro, além de referências a Iron Maiden, Metallica, Pink Floyd, Leprous e Vola.

 
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