Os pioneiros italianos do Horror Metal DEATH SS anunciaram o lançamento de “Pandemonium”, novo single que marca o retorno fonográfico da banda e dá início às celebrações de seus 50 anos de carreira, marco que será alcançado em 2027. A estreia mundial acontecerá em 17 de julho de 2026, por meio de uma edição limitada em vinil de 7 polegadas, disponibilizada inicialmente com exclusividade durante a apresentação do grupo como atração principal do Luppolo in Rock Festival, em Cremona, na Itália. A partir de 24 de julho, a faixa também estará disponível nas principais plataformas digitais, enquanto a edição física será distribuída pela parceria entre Lucifer Rising e Self.
O compacto traz “Pandemonium” no lado A e a inédita “Candlelight” no lado B. Esta última permanecerá exclusiva da edição em vinil e não será disponibilizada digitalmente, tornando o formato físico um item especial para colecionadores e admiradores da banda. A iniciativa reforça a proposta do DEATH SS de valorizar o lançamento em mídia física, sem deixar de alcançar o público por meio das plataformas de streaming.
Em “Pandemonium”, o DEATH SS volta a explorar o universo simbólico que caracteriza sua obra há quase cinco décadas. Demônios, selos rompidos e a figura da Grande Besta aparecem como metáforas para um cenário contemporâneo marcado por guerras, fanatismo, manipulação das massas, violência coletiva e uma crescente crise espiritual. Sob a estética ocultista e macabra, a composição propõe uma reflexão sobre a consciência humana e a necessidade de romper com estruturas que condicionam e aprisionam o indivíduo.
Reconhecido por transformar horror, teatralidade, erotismo sombrio e ocultismo em uma identidade artística singular, o DEATH SS consolidou-se como uma das formações mais influentes do Metal europeu. Com “Pandemonium”, a banda demonstra que não pretende apenas revisitar sua história, mas também ampliar o universo criativo que ajudou a construir. Às vésperas de completar meio século de existência, o grupo reafirma sua capacidade de dialogar com o presente por meio de uma obra que utiliza imagens apocalípticas para refletir, de forma provocativa, as inquietações do mundo contemporâneo.
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