A cantora Alissa White-Gluz, conhecida como uma das vozes mais marcantes do Metal Extremo, abriu oficialmente sua jornada solo com o lançamento de “The Room Where She Died”, disponibilizado pela Napalm Records. Depois de anos compartilhando composições e clipes criados por conta própria apenas com seu público no Patreon, ela agora apresenta ao mundo um projeto que vinha construindo em silêncio.
O novo single evidencia uma faceta mais ampla de Alissa, explorando contrastes entre vocais limpos e guturais, acompanhados por uma estrutura musical que mistura introdução orquestral, guitarras marcantes e até um trecho de influência jazzística. A composição tem a colaboração do tecladista Oliver Palotai, integrante do Kamelot, parceiro habitual de composições e performances da artista.
Em comunicado divulgado pela Napalm Records nesta terça-feira (09), Alissa explicou o que representa esta nova etapa. Em suas palavras:
“’The Room Where She Died’ marca o início de um novo capítulo para mim, nascido de um lugar de criatividade intensa e renovada. É o primeiro passo em um mundo que estou construindo silenciosamente há anos e uma das várias colaborações que tenho com Oliver Palotai, meu colega de banda com quem encontrei um ótimo fluxo criativo. Fazer essa música, escrever o vídeo e até pintar a arte do single eu mesma me revitalizou de maneiras que eu não esperava, lembrando exatamente por que eu amo criar arte. Venho aperfeiçoando minhas habilidades como performer, vocalista e compositora há muitos anos, e sinto que agora posso deixar meu trabalho se sustentar por si só. Coloquei cada gota de paixão, dor e propósito nisso, e nunca me senti tão inspirada. Espero que você sinta essa chama também, porque isso é apenas o começo! Sou imensamente grata pela resposta incrível a ‘The Room Where She Died’ e pelo carinho e apoio que já recebi de colegas, fãs e da comunidade do Metal. Obrigada!”
Com esse lançamento, Alissa White-Gluz abre uma fase mais autoral de sua trajetória, apresentando uma sonoridade que dialoga com seu passado, mas aponta para novas possibilidades artísticas.
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