– Atualmente a ADNA MELAN faz parte do cast da MS Metal Agency Brasil. Como tem sido essa parceria até aqui?
R: Tem sido uma ótima experiência! Mesmo em pouco tempo de parceria, pude perceber que a MS Metal Agency Brasil é uma empresa séria e bem estruturada, que oferece suporte em diversas áreas e realmente se preocupa com os artistas, além de ter uma equipe comprometida e atenciosa.
– O Single “Lie”, foi lançado e confesso que já esperava por algo assim vindo de você. Qual a razão para ter gravado esse material nessa fase da carreira?
R: A letra de “Lie” representa muito bem um período que vivi no ano passado, 2024. E alguns meses após escrevê-la, eu estava relendo tudo o que eu tinha escrito no início do ano, e essa letra e melodia que estavam esquecidas até então, me chamaram a atenção. Foi quando comecei a pensar em mais detalhes para a música, e tive ideias para a harmonia. Foi algo bem natural, e todos esses fatores me motivaram a gravar e lançar o Single. E foi uma experiência diferente porque gravei uma Demo mais completa, compus no piano, e pela primeira vez na guitarra, e já coloquei todos os vocais de apoio que eu tinha em mente e outros detalhes, com a intenção de transmitir ao máximo como eu queria que a música soasse. E creio que isso contribuiu para que, mesmo após as parcerias para a criação da versão final, o Single permanecesse com a essência da criação inicial. Eu estava muito motivada em trazer a letra para a vida, e gostei bastante do resultado.
– Eu particularmente acho o seu som incrível, mas gostaria de saber como você se enxerga, como se rotula. Onde você acha que a banda se encaixa no mercado atual?
R: Obrigada! Não gosto muito de rotular nada na minha vida, mas entendo que nessa área isso acaba sendo inevitável. Música sempre teve um forte impacto em mim, o que me levou a querer fazer parte disso desde criança. E aos oito anos, quando ouvi Evanescence pela primeira vez, fiquei realmente fascinada com o som, a atmosfera sombria e as letras. Fiquei apaixonada pela forma em que os sentimentos eram transformados em palavras ou melodias. Isso é algo que continuou me atraindo tanto na música quanto na literatura. E por eu gostar e ouvir muito Rock e Metal em geral, queria criar algo nesses gêneros. Apesar disso, comecei fazendo composições de apenas voz e piano, por ser o que eu sabia. Para mim, esse aspecto é a essência que tenho buscado: transformar experiências negativas em arte, e que de alguma forma converse com outras pessoas. Mas falando sobre gênero musical, já lancei músicas diferentes entre si, resultantes de parcerias diversas e da liberdade criativa que me permito ter, mas futuramente, pretendo continuar no estilo do novo Single “Lie”, dentro do Gothic/Alternative Metal.
– Como tem sido a recepção dos fãs com relação ao Single “Lie”?
R: A recepção tem sido muito positiva desde os primeiros dias de lançamento, superando os Singles anteriores, então tem sido bem gratificante.
– Os planos da banda envolvem apenas o lançamento de Singles e EPs ou um novo álbum está previsto no planejamento de vocês?
R: Há sim o desejo de lançar um álbum no futuro. É algo que está nos planos e acredito que será uma grande experiência.
– Vocês já apresentaram essa música nos shows? Como o público tem reagido e como se deu seu processo de composição?
R: Ainda não começamos a fazer shows, então não tive esse feedback em relação à reação ao vivo. Sobre o processo de composição, escrevi a letra já com a melodia, e aos poucos foram surgindo mais ideias para a música, e a harmonia. Fui desenvolvendo o Single e, em seguida, gravei uma Demo em casa e enviei para o produtor, quem aprimorou minha composição e criou outras partes de instrumentos. Desenvolvemos os detalhes em estúdio, e a versão final é resultado dessa parceria criativa.
– Imagino que vocês continuam compondo em estúdio. No geral, como funciona internamente este trabalho com vocês?
R: Por enquanto, ainda não iniciamos o trabalho em estúdio, mas comecei a escrever e compor novas músicas, o que seria o processo criativo inicial. Após a estruturação do Single em estúdio com o produtor, a banda entra contribuindo com a composição e participando da gravação final dos instrumentos.
– Como vocês enxergam o mercado fonográfico em 2025? Ainda existem espaços para bandas como o projeto da ADNA MELAN?
R: O mercado fonográfico está passando por uma fase de crescimento, o que é algo positivo. E acredito que sempre há espaços para músicas de qualidade, o que é algo que eu busco atingir, tentando continuamente desenvolver mais minhas habilidades e criatividade para criar algo verdadeiro e autêntico, com dedicação. E espero que minha música possa encontrar seu espaço e um público que a aprecie.
– Geralmente, a banda trabalha com algum produtor externo? Pergunto isso, porque a maioria dos artistas que entram em contato conosco, preferem concentrar a produção neles próprios…
R: Sim, o processo criativo inicial tem se concentrado em mim e no produtor, e a pós-produção também é realizada pelo produtor. Eu diria que há benefícios em produzir as músicas por completo, mas a parceria com um produtor externo também apresenta pontos positivos, e tem sido boa para mim.
– Muito obrigado pelo tempo cedido para a equipe da The Ghost Writer Magazine. Agora pode ficar à vontade para as suas considerações finais…
R: Gostaria de agradecer pelo espaço e oportunidade de compartilhar um pouco sobre o projeto e o novo Single “Lie”. Obrigada!
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